Será que existe policial agredindo na hora da abordagem na área do 11º BPM de Barra de São Francisco?

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4Nossa equipe de reportagem tem recebido reclamações de pessoas que teve parentes e até filhos presos e não presos em Barra de São Francisco e região que sofreu agressões por parte de alguns policiais. “Não são todos, mas uma minoria que as vezes não consegue se controlar ou se conter e acabam cometendo agressões desnecessárias”, disse um parente de um parente agredido.

Para esse parente, que pede para não ter seu nome revelado, por medo chegou a dizer o seguinte, “isso é abuso de autoridade”, inclusive, disse que o parente apanhou no rosto em uma abordagem policial. Para ele, a função do militar é manter a ordem e dar segurança a população. Segundo o reclamante existem casos em que a polícia é obrigada a usar a força para até se proteger, mas são casos isolados, segundo ele.

“A população precisa se sentir segura com o trabalho da polícia, mas quando há agressões, as pessoas ficam com muito medo e passam a denegrir a imagem da corporação. Em lgumas das abordagens, existem alguns policiais que excedem e acabam praticando agressões, inclusive pessoas de várias idades acabam presenciando a sena desagradável”, lamenta ele.

“Não há como negar que existem pessoas que gosta de abusar e debochar dos militares e este tipo de procedimento podem lhes render até prisões por justa causa. Neste caso deve existir respeito entre ambas as partes”, avisa.

Outra reclamação são as de que tem alguns policiais que são grosseiros e as vezes mal-educados quando abordam motoristas, mas há também motoristas sem educação. O policial é uma autoridade, mas também tem de ser educado na hora das abordagens.

O trabalho dos militares é a de manter a ordem e dar segurança as pessoas de bem. Aqueles que não respeitam certamente prestarão contas à justiça. Mas será que existe policial agredindo pessoas na hora da abordagem?

Nossa equipe de reportagem entrou em contato com o comandante Kesio do 11º BPM de Barra de São Francisco, mas não conseguimos falar com ele, o telefone dele só dava fora de área nesta segunda feira, 18/01/2016.

Em conversa com um militar, que, inclusive pediu que seu nome não fosse mencionado, disse que não acredita nesta versão. “Pode ser que exista algum caso por parte do abordado, que as vezes tenta impedir a abordagem feita pelos policiais”, disse. “Eu nunca agredi ninguém em minha função quando estou de serviço”, encerra.