Proibido estacionar em frente ao fórum gera polêmica em Mantena

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700A prefeitura de Mantena realizou algumas mudanças no trânsito da cidade, na tentativa de melhorar o fluxo e estacionamento de veículos com novos sinais e outras sinalizações.

Alguns comerciantes  não gostaram das modificações feitas e se manifestaram pelas redes sociais (facebook) contrários a solicitação do Ministério Público, da OAB e do Judiciário que solicitaram a proibição de veículos estacionarem em frente ao fórum.

Após a sinalização surgiram as polêmicas em relação a decisão da prefeitura na  colocação de novas  placas no trânsito. Com as mudanças e sinalizações, ficou proibido  estacionar em frente ao fórum mantenense.

Existem informações de que comerciantes estariam se movimentando no sentido de buscar soluções, para isso estão convocando a participação da população e das autoridades locais.

A OAB de Mantena defendeu a proibição do estacionamento  em frente ao fórum alegando ilegalidade que vem sendo praticada, permitindo, inclusive o uso da ponte sobre o rio que corta a cidade, transformando a ponte em estacionamento diário, dificultando, estreitando e causando embaraços no acesso ao fórum e seu estacionamento privativo, muitas vezes gerando discussões e transtornos entre pessoas que precisam entrar e sair daquele estacionamento, afirmando que o local é de vias estreitas e carece de maior atenção da prefeitura.

O Ministério Público, através do Promotor Paulo Elias Severgnini Mendes Júnior, solicitou a colocação de sinalização vertical ou horizontal  indicando a proibição de se estacionar sobre a ponte da Praça Rômulo Campos, requerendo  que tal medida   fosse adotada no prazo de 20 dias, com a posterior fiscalização por parte do órgão municipal.

O Juiz e Diretor do fórum, Renzzo Giaccomo Ronchi, disse que é de responsabilidade do Município de Mantena organizar o tráfego de veículos e, ainda, manter locais de estacionamento nas vias urbanas da cidade e que em frente ao fórum, informando que há um local reservado para estacionamento que vem sendo utilizado de forma abusiva, quase sempre por pessoas que não necessitam  do serviço forense, acarretando segundo ele, tumulto no local, prejudicando a saída de automóveis.

Solicitou que fosse interditado, inclusive por meio de placas proibitivas, “a fim de que a população compreenda melhor a finalidade do local, que deve ser utilizado de forma adequada para circulação de veículos”.

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