Professores cumprem promessas e distribuem panfletos na feira de Barra de São Francisco

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33Este site havia noticiado em primeira mão que os professores da rede municipal de ensino iriam estar na feira livre de Barra de Barra de São Francisco, neste sábado, 31/01/2015, soltando panfletos de esclarecimento sobre a greve da categoria que irá ocorrer terça feira, 03/02.       Demonstrando união vários professores foram a feira e distribuíram os panfletos de mãos em mãos aos presentes. Após panfletar a feira livre o mesmo grupo de professores saiu para panfletar o comércio da cidade.  Os vereadores Zé Valdeci (PT) e Valézio Armani (PSD) esteve presente dando apoio aos professores.

A categoria está reivindicando aumento salarial, pois segundo eles a defasagem já ultrapassou os três anos. Várias tentativas de diálogo com o prefeito Luciano Pereirinha (DEM) e o secretário de educação, Aldayr Rhein, foram feitas, mas não deram a mínima importância para a reivindicação dos professores.

“Fomos tentar um conversar com o prefeito, mas ele nos atendeu muito mal, inclusive não deixou nem vereador participar das conversas”, disse uma professora.

A respeito da possível irregularidades, ou escândalo no Processo Seletivo na área de educação da prefeitura de Barra de São Francisco, os professores prometem não dar trégua e nem arredar o pé na luta pelos seus direitos, pois segundo eles, a categoria não recebe reajuste salarial a três anos e nem o prefeito Luciano Pereirinha,e muitos menos o secretário de educação Aldair Rhein não se manifestam a respeito das reivindicações que são as percas salariais.

Na luta pelos seus direitos e percas salariais, os professores já entraram em ação e estão se movimentando e convocando toda categoria para uma greve geral no dia 03 de fevereiro de 2015.

“Como estamos relegados pela administração atual, decidimos então pela paralisação geral no dia 03/02 e a partir deste dia não haverá aula para os alunos da rede municipal de ensino”, avisa uma professora.

“Em assembléia com a categoria e com os sindicalizados resolvemos continuar com nossa luta e reivindicar nossos direitos”, informa outra professora. A categoria quer o apoio de todos os vereadores e de todos os seguimentos da sociedade para que a luta e a reivindicação por parte dos professores sejam atendidas pela prefeitura de Barra de São Francisco.

Vereadores Juvenal, Mulinha, Emerson e Paulinho
Vereadores Juvenal, Mulinha, Emerson e Paulinho

O vereador Wilson Pinto das Merces, Paulinho do Hospital, Emerson Lima e Juvenal Calixto, se posicionaram ao lado dos professores e até assinaram documento em apoio a categoria ao qual está nas mãos da justiça de Barra de São Francisco pedindo anulação do Processo Seletivo.

Mulinha querendo agradar a “gregos e troianos”, emitiu nota dizendo que em momento algum denegriu a imagem do Prefeito, chegando ao ridículo em dizer que é considerado como filho da família dos pereiras, pelos 40 anos que trabalho para eles.

“Por estar presente na Semec no dia da escolha, ouvi diversas reclamações de Professores inscritos no processo seletivo, após ler e analisar o edital e constatar falhas que o mesmo continha como: Quesito 6.3.1, tópico 6.3, 5.1.3, e outras falhas contidas no processo que foi encaminhado a justiça, não poderia me eximir de orientá-los, na procura dos seus direitos para esclarecimentos dos fatos”, disse Mulimha.

“Como foi ingressado um processo na justiça, me calo esperando que a justiça seja feita e que o prefeito Luciano Pereira reúna a comissão organizadora do Processo Seletivo e verifique os fatos narrados e que constam no processo encaminhado a justiça pelos professores, para ver quem tem razão deste lamentável fato”, afirma o vereador

“Quero inda dizer que em momento algum sou contra as pessoas que foram aprovadas no processo seletivo, pois sempre estive presente apoiando e buscando junto ao executivo e legislativo uma educação de qualidade, e uma melhor qualificação dos professores do nosso município, desde quando assumi como vereador”, relata ele.

“Penso que muitos necessitam de trabalho, e concedendo duas cadeiras, ou seja, 50 horas para professores contratados não acho justo, pois concedendo 25 horas muitos estariam  contratados e poderiam assim ajudar no sustento de suas famílias.”, disse Mulinha.

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