Prefeitura francisquense joga responsabilidade de faixas para o Estado, mas explora cobrança do rotativo

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114Barra de São Francisco está virando a cidade da “vergonha”, pois a atual administração não assume seu papel e fica jogando a responsabilidade que as vezes é do município para cima do Estado. Um exemplo desta situação é a respeito das faixas invisíveis, ou seja, apagadas nas principais avenidas da cidade.

A prefeitura francisquense alega que pintar as faixas não é de competência do município e não pinta as faixas de pedestre e fala que isso é responsabilidade do Estado. Fica uma indagação, como pode então a prefeitura cobrar pelo rotativo da cidade?

Vale lembrar que a prefeitura ainda libera recursos para manter uma instituição, Corpo de Assistência aos Meninos e Meninas que explora a cobrança do rotativo na cidade.

Entenda o caso

Moradores do bairro Vila Landinha em Barra de São Francisco estão pedindo providencia as autoridades locais no sentido de reformar a faixa de pedestres, que, inclusive, dá acesso a escola José Francisco da Fonseca. O estado da faixa é vergonhoso, que além de difícil visualização o tráfego de veículos é intenso e muito perigoso. Policias do 11º BPM as vezes são deslocados para o bairro com o intuito de auxiliar os alunos a atravessar a faixa. Do jeito que se encontra a faixa atualmente a possibilidade de acidente é grande, principalmente contra crianças e adultos.

Uma internauta desabafou em sua rede social (facebook): Nossa gente mais essas faixas apagadas está um perigo viu, nas proximidades das escolas mesmo como lá perto do Vicente Amaro tb as vzs a gente fica mais de dez minutos c criança no colo como eu mesma já fiquei várias vzs esperando p atravessar segurando a mão da minha filha, se os órgãos competentes não estão fazendo nada será que uma ajudinha da prefeitura sairia tão caro assim?

Na realidade mais de 90% das faixas na cidade estão praticamente invisíveis, além de muitos motoristas não respeitarem as faixas, demonstrando total falta de conhecimento e as vezes são maus educados ao não respeitar a passagem dos pedestres.