Prefeitura de Barra de São Francisco ainda não pagou empresas prestadoras de serviços

892

prefeituraA prefeitura de Barra de São Francisco ainda não pagou as empresas Libra e Ambiental, que luta incansavelmente para receber seus direitos, mas não tem obtido êxito junto ao atual chefe do executivo municipal.

Vale lembrar que a prefeitura explorou os serviços das referidas empresas cerca de dois anos e meio na gestão atual, mas não pagou pelos serviços prestados. A dívida da prefeitura de Barra de São Francisco com as empresas Libra e Ambiental gira em torno de R$ 25 milhões de reais, fora juros e correção monetária.

Várias tentativas de receber foram feitas e continuam sendo feitas pelos representantes da Libra e Ambiental, mas o prefeito Luciano Pereira, o Pereirinha (DEM) tem se mostrado irredutível e não paga. Como a prefeitura não faz nenhum tipo de esforço para pagar o que deve, as empresas continuam temendo levar calote do município.

As empresas estão fazendo de tudo para não entrar na justiça para receber, mas como o mandato do atual prefeito está chegando ao fim, isso pode acontecer a qualquer momento. Lembrando que a prefeitura chegou até a passar cheque sem fundos a uma das empresas.

As duas empresas, Libra e Ambiental, têm feito várias tentativas de receber pelos serviços prestados, mas o prefeito, segundo um dos diretores da empresa, sequer os recebe para tentar fazer um acordo sobre a data de pagamento ou escalonamento da dívida.

Pereirinha durante sua campanha eleitoral dizia em palanque pelos quatro cantos que o ex-prefeito estava levando o município ao caos, chegando ao ponto de dizer, que tanto as firmas quanto o prefeito eram uma quadrilha e que iria colocar todos na cadeia.

O prefeito não colocou ninguém na cadeia, e assim que assumiu a prefeitura renovou contrato com direito a aditivos com as mesmas empresas.

Foram dois anos e seis meses em que Pereirinha manteve contrato com as referidas empresas, mas os responsáveis por elas não sabiam que o atual prefeito de Barra de São Francisco seria capaz de não pagar. Agora está sendo chamado pelas empresas de “caloteiro”.