PC finaliza investigações e motociclista que atropelou Lindaura será indiciado por dois crimes em Mantena

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A Polícia Civil de Mantena, concluiu as investigações sobre o atropelamento e consequente  morte de Lindaura  Morais Goulart  ocorrida no  final do mês de abril e traz em primeira mão os fatos finais do inquérito.

As investigações do inquérito confirmaram  que   quando  a senhora  Lindaura Morais Goulart atravessava a Avenida Antônio Firmino, quase em frente a 2ª Igreja Batista de Vila Nova, foi colhida pela motocicleta conduzida por W.B.R.P, 28, que segundo apurações havia feito consumo de bebida alcoólica por três horas seguidas e que durante a noite de domingo (29)  pilotava  a moto  na contra mão e  em alta velocidade .

A vitima ainda foi socorrida para um Hospital no Estado do Espírito Santo, porém  não resistiu  ao impacto  do  atropelamento  vindo a óbito.

Na reconstituição realizada pela Polícia Civil no último  dia  5 de junho quando  participaram as testemunhas que prestaram depoimento no inquérito, o investigado foi convidado para participar, porém não compareceu, uma decisão  que não foi contestada pela polícia, pois o mesmo não era obrigado a participar daquele ato de reconstituição perdendo assim a oportunidade de questionar  a versão apresentada pelas testemunhas.

A namorada   que reside no mesmo Bairro de Vila Nova e que  minutos antes foi  pega em sua  residência  pelo namorado e estava  de carona  sofreu lesões corporais  leves, porém mesmo sem representar contra o namorado (motociclista),  o mesmo foi também  responsabilizado e indiciado pela Polícia Civil  por lesões corporais  porque   ao pilotar estava   sob a influência de álcool  retirando   a obrigatoriedade  de representação.

Crimes

Pelo atropelamento  seguido de morte,  W.B.R.P. será indiciado  por homicídio culposo qualificado  pelo   fato de se encontrar sob influência de álcool crime  com pena prevista  de 5 a 8 anos de prisão  e indiciado também  pelo  crime de   lesão corporal   fato que aconteceu   com a   namorada  que estava de carona   com  pena  de seis meses a 2 anos.

A Polícia Civil não viu necessidade emergente de pedir a prisão preventiva  de W.B.R.P, o mesmo  vai responder pelos crimes  em liberdade até o julgamento.

Fonte: Mantena Online