Luciano “comeu da mesma banana podre” que tanto criticou e com direito a “calote”

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Um dos discursos que ganhou mais destaque durante a campanha eleitoral do atual prefeito de Barra de São Francisco, Luciano Pereirinha (DEM), foi a crítica pesada sobre as empresas que coletava o lixo na cidade. No palanque, Luciano e seus aliados diziam que a empresa faturava milhões dos cofres públicos da cidade.

Após assumir o mandato, “a banana podre” passou a ser uma banana saborosa. Depois de vencer as eleições falando mal da empresa, até o mês passado, o que se via na rua eram os mesmos carros, apenas com pintura diferente e quase os mesmos funcionários, apenas com uniformes diferentes. O que era amarelo, virou azul.

Muita gente até os dias de hoje anda se perguntando: Se as referidas empresas eram tão ruim e faturava milhões da prefeitura, porque as mantiveram quase esses três anos?

O que antes era motivo de críticas aos quatro cantos e apontada como o maior erro da administração anterior, até poucos dias se transformou na menina dos olhos para a administração de Luciano Pereirinha. O que era considerada uma “banana podre”, virou o prato predileto do prefeito Luciano em dois anos e seis meses.

Se durante toda sua campanha eleitoral para prefeito de Barra de São Francisco, o discurso que ecoava no município era de críticas pesadas sobre as empresas que coletava o lixo na cidade, atualmente, passados mais de dois anos e seis meses a frente do executivo municipal, o discurso foi neste período completamente diferente.

O que as empresas não esperavam, está acontecendo, pois, representante da empresa alega que está levando “calote” da prefeitura de Barra de São Francisco. De acordo com o representante da empresa a dividia com eles giram em torno de R$ 22 milhões de reais, sendo menos da metade deixada pela administração anterior e mais da metade da atual administração.

Agora a prefeitura de Barra de São Francisco acaba de publicar no Diário Oficial a contração de empresas com maquinários e veículos e vai pagar mais de R$ 6 milhões de reais, mas enquanto isso as empresas que prestavam serviços anteriormente não conseguem receber a quantia a que tem direito.