Escelsa corta fornecimento de energia e posto corta combustível da prefeitura de Barra de São Francisco

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55As consequências da realização de uma festa inútil na cidade com recursos do Município não param de aparecer em Barra de São Francisco/ES.

Há poucos minutos a Escelsa cortou o fornecimento de energia elétrica na garagem da prefeitura, e os funcionário da Secretária Municipal de Interior e Transporte estão trabalhando no escuro.

Como se não bastasse o corte no abastecimento de combustíveis, agora é a vez do fornecimento de energia ser cortado por falta de pagamento. Se continuar assim, em breve a administração francisquense, que parece ter se especializado no calote, vai ficar também sem abastecimento de água.

Já está na hora de o atual prefeito reconhecer sua incompetência e, para o bem da população francisquense, pedir para sair.

Posto suspende fornecimento de combustível por falta de pagamento

50O gasto absurdo com uma festa inútil, que foi criticada até pelo governador do Estado, já começa a mostrar suas consequências. A festa, que foi realizada com recursos do Município de Barra de São Francisco/ES, que deixou até os aposentados sem receber seus proventos, teve custo milionário e só com cachês de cantores foi mais de R$ 600 mil.

Segundo informações de fontes fidedignas da prefeitura municipal, o Posto Ouro Verde, que fornece o combustível para os veículos do Município, suspendeu o fornecimento por tempo indeterminado, por falta de pagamento.

De acordo com a informação, desde quarta-feira, dia 07 de outubro, que os caminhões e maquinários da prefeitura estão sem abastecimento e, consequentemente, parados na Secretaria Municipal de Transportes.

Quando decidiu fazer uma festa inútil, que nada trouxe de benéfico para o Município, o atual prefeito provou que não está nem aí para o povo e muito menos para o Município que administra (?).

Com a crise hídrica pela qual passa o Município e região, realizar uma festa daquela envergadura foi, antes de tudo, um desrespeito à população, que convive com a falta de medicamentos, consultas especializadas, exames médicos, falta de obras e nenhum investimento em infraestrutura.

Por: Elvécio Andrade