Enivaldo dos Anjos defende ação policial mais dura para combater violência

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Ana Beatriz , assassinada em arrastão no Rio de Janeiro
Ana Beatriz , assassinada em arrastão no Rio de Janeiro

A morte da jovem de 17 anos, Ana Beatriz Frade, que estudava em Guarapari, no sábado (7), durante um arrastão no Rio de Janeiro, foi repercutida no plenário da Assembleia Legislativa, nesta segunda-feira (09). Ela foi atingida por um tiro.

O deputado Enivaldo dos Anjos (PSD) fez uma análise sobre a criminalidade no Brasil, afirmou que há falta de tranquilidade e excesso de violência na sociedade atualmente, o que leva pessoas a cometer comportamentos não justificáveis, “executando pessoas pelo simples prazer de praticar violência”.

Segundo dos Anjos, estudiosos da segurança apresentam pesquisas vagas e muitas vezes restringindo a atuação policial, além de defender os direitos dos agressores. “Embora considere isso válido, é preciso ser respondido como vamos resolver esse problema. Qual é a prática que podemos emitir para que a gente possa debelar essa insegurança coletiva no Brasil?”, questionou.

Enivaldo fez uma comparação entre a polícia brasileira e dos Estados Unidos. “A gente observa que a polícia de primeiro mundo americana tem um critério de adoção no combate à violência completamente diferente do que os policiais aqui são submetidos. Aqui qualquer ato que um policial comete é obrigado a ser processado e ridicularizado por estar agindo em defesa do cidadão”, ponderou.

Para o deputado, os policiais são cerceados até mesmo quando dão resposta à altura da agressão. “O policial não pode abordar simplesmente com uma rosa, uma flor. Se ele adota a mesma dosagem de agressão ele é punido e a sua ficha é ultrajada e fica impedido de ser promovido”.

Ao finalizar, o deputado sugeriu que os estudiosos ofereçam ideia para que a força policial possa agir à altura.