Editora de Curitiba cobra na justiça dívida da prefeitura de Barra de São Francisco

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A Editora Positivo LTDA, de Curitiba (PR), entrou com uma Ação Civil na 1ª Vara no fórum francisquense contra a prefeitura municipal de Barra de São Francisco, onde pleiteia o recebimento no valor de R$ 1.526.887,85 (Hum Milhão, Quinhentos e Vinte Seis Mil, Oitocentos e Oitenta e Sete Reais e Oitenta e Cinco Centavos).

Ao longo do mandato do atual prefeito Luciano Pereira, o Pereirinha (DEM), ele conseguiu ser blindado pela maioria de vereadores na câmara municipal  mas o resultado de tudo isso foi a de que,  alguns dos aliados do prefeito não conseguiram se reeleger.

Alguns desses vereadores alegam ou até confidenciam com amigos que o prefeito fez muitas processas a eles, mas que não foram cumpridas, mesmo assim o prefeito conseguiu obter dos vereadores aliados uma verdadeira blindagem. Já os pedidos de informações por parte dos vereadores da oposição eram sempre negados por parte do grupo de vereadores que “protegiam” o prefeito.

Vereadores como Lula Coser, Zé Valdeci, Juvenal Calixto e Valézio Armani, praticamente não conseguiram nada para suas regiões durante esta gestão e quando queriam fiscalizar as ações do Poder Executivo eram impedidos pelos vereadores ligados a administração atual.

Foram vários  os pedidos de informações negados naquela casa de leis, mas, um dos pedidos negados chama a atenção, é o da aquisição do material didático da Editora Positivo.

O material usado nas escolas municipais foi apresentado como se fosse uma revolução no ensino municipal, mas, ao longo desses anos mesmo com todos os esforços dos professores efetivos do município que são extremamente competentes, houve quedas de rendimento escolar.

Sem explicações o material do Positivo foi deixado de lado, mas, agora sabe-se o motivo: o município ficou em dívida com a empresa e essa parou de fornecer o material. Dívida essa que ultrapassa um milhão de reais e que agora já está sendo cobrada judicialmente.

Para usar o material do Positivo a administração deixou de usar o material que é fornecido gratuitamente pelo Ministério da Educação e que é reconhecido como de excelente qualidade.

Ao longo dos anos os vereadores de oposição quiseram investigar esse contrato e não conseguiram e agora? Quem vai se responsabilizar pelo prejuízo causado ao município? Onde estava o Conselho Municipal de Educação que pela sua maioria fez vistas grossas a todos esses erros acontecendo? Fica a última pergunta: O POSITIVO foi Positivo para quem?

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