Denunciados em Barra de São Francisco poderá se beneficiar da “Delação Premiada”

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denunciados - CópiaA “Delação Premiada”, poderá entrar em cena em alguns casos em Barra de São Francisco, onde algumas pessoas, que trabalham no serviço público, estão denunciadas, tanto pela polícia civil, quanto pelo Ministério Público Estadual. Já existe rumores em rodas de amigos, que, possivelmente Alguns dos denunciados poderá talvez se beneficiar deste benefício para evitar possível prisão e até perca de funções no serviço público.

É de conhecimento geral, que, o Ministério Público ajuizou ações na justiça de Barra de São Francisco, contra prefeito, vice, empresas, Moises Martins, entre outros de suposta pratica de corrupção para extorquir dinheiro dos produtores rurais.

Nesta ação são citados os nomes da mãe de Moises Martins, senhora Rut Martins, e até a esposa do prefeito, Tatiana Profiro que aparece na lista como avalista de Moises, além de vários outros nomes.

Caso os já denunciados resolvam contar toda a verdade diante do juiz, ele poderá estar sendo beneficiado com a delação premiada e possivelmente se livrar de possíveis processos, perca de suas funções, devolução de dinheiro e não ser preso.

Em relação ao inquérito e indiciamento policial e a ação por parte do MP contra o ex-secretário de transporte e atual vereador Emerson Lima (DEM), servidores e comprador de peças da municipalidade, os envolvidos também terão esta oportunidade de diminuir suas penas caso sejam condenados se abriram o jogo e contar toda a verdade diante do juiz.

A outra ação por parte do MP contra o prefeito e vários secretários, ex-secretários e servidor sobre assédio moral e perseguição a funcionários públicos municipais, os já denunciados também terão a oportunidade de contar toda a verdade diante do juiz e se beneficiar da delação premiada.

A delação premiada é uma técnica de investigação consistente na oferta de benefícios pelo Estado àquele que confessar e prestar informações úteis ao esclarecimento do fato delituoso. É mais precisamente chamada “colaboração premiada” – visto que nem sempre dependerá ela de uma delação.