De que lado estarão os vereadores francisquenses sobre a ação do MP contra prefeito, vice e secretários?

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Todos eles juraram "assim eu prometo", mas e agora?
Todos eles juraram “assim eu prometo”, mas e agora?

Alguns vereadores de Barra de São Francisco, podem estar num fogo cruzado sem fim, principalmente os aliados do prefeito naquela casa de leis. O Ministério Público já encaminhou cópias da Ação e relatório de improbidade administrativa, contra o prefeito Luciano Pereira (DEM), o vice-prefeito Matheus Ferreira (PMDB), alguns secretários municipais e empresas que venceram licitações na prefeitura.

A coisa é mais feia do que muitos imaginam, mas os vereadores que não acatarem o pedido solicitado pelo MP sobre irregularidades envolvendo secretários, prefeito, vice e até vereadores, acredita-se que eles poderão serem presos como ocorreu com todos vereadores presos em Minas Gerais. A polícia federal está de olho nos mandatários que não cumprem com o seu papel de fiscalizar e denunciar as coisas erradas. Esta ação é criminal e dá cadeia se comprovada as irregularidades.

Ouve boatos de que, o vereador e presidente da câmara municipal Juvenal Calixto (PPS), estaria com o pedido do MP engavetado, mas no final de semana passada, este site entrou em contato com ele, e ele afirmou que na próxima sessão legislativa, ele colocará a ação do MP para conhecimento dos demais vereadores, onde será feito a leitura.

Após a leitura, segundo Juvenal, a ação do MP será baixada as comissões, que dará parecer pelo arquivamento ou pedirá impeachment de todos os envolvidos na ação. Qual seria neste caso a posição do vereador Admilson Brum (PP), ele é o único que desde que assumiu o mandato “tampão”, em lugar de Emerson Lima, ainda não pegou diárias do legislativo municipal. Assim como disse o comentarista Elvécio Andrade, a diária é legal, o que é ilegal é abusar desse direito.

Nos bastidores da política local, o papo que rola é a de que, os vereadores Zé Valdeci (PT), Lula Cozer (PPS), Valézio Armani (PSD), e Juvenal Calixto (PPS), estariam dispostos a cumprirem com a verdade, ou seja, estariam ao lado da moralidade e contra as coisas erradas que ocorrem na atual administração. Já o vereador Paulinho do Hospital tem tido um comportamento bem diferente atualmente do que nos anos anteriores e pode fazer base aos opositores e acompanhar a ação do MP em favor da moralidade.

Quem poderá enfrentar a opinião pública na câmara municipal e sair como herói ou “bandido”, seriam os vereadores aliados do prefeito, como, por exemplo, Camatinha, Mulinha, Jessui da Cesan, Aloisio Alves, Tiãozinho da Colina, Antônio Morais e até Carlim da Dengue que deu uma debandada e apoia as ações do prefeito.

Desde que assumiu a suplência de vereador na Câmara Municipal de Barra de São Francisco, o vereador Admilson Brum tem denunciado diárias irregulares de vereadores. Diárias que não estavam respeitando o regimento interno, ao invés das diárias serem aprovadas em plenário como constava no regimento era só o vereador ir no presidente pegar a autorização e ir no contador e pegar o cheque da diária ou diárias.

Após denúncia do vereador ocorreu a mudança que foi votado em plenário. Em Barra de São Francisco tem vereador que recebe da prefeitura e não presta serviço que é o caso do Tiãozinho da Colina que deveria dar exemplo, pois diz que é evangélico.

Tem também vereador que fica em cima de máquinas tirando fotos e postando em face, mas isso não é trabalho de vereador. O vereador Admilson Brum chegou a ir em Brasília sem gastar dinheiro público. Já os vereadores Mulinha, Tiãozinho da Colina. Jessui da Cesan foram também em Brasília, mas pegaram cada um a quantia de R$ 1.800 reais cada um.

Neste caso Admilson tem provando que o político tem que ser honesto e a pergunta é a seguinte: E agora Admilson Brum qual vai ser sua posição a respeito das irregularidades apresentadas pelo Ministério Público? O que a população francisquense diz a respeito do assunto?

Vale lembrar, que todos eles assim que foram diplomados disseram na presença da justiça eleitoral e juraram “assim eu prometo”, mas e agora?