CPI do Guincho é prorrogada por mais um ano e a população está satisfeita com a comissão

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A Comissão Parlamentar de Inquérito destinada a apurar a eventual existência de uma “máfia” por trás dos serviços de guincho e estacionamento de veículos apreendidos em operação de trânsito, com o possível envolvimento de agentes públicos, foi prorrogada por mais 365 dias pela Assembleia Legislativa, na sessão desta terça-feira (1), a pedido de seu presidente, o deputado Enivaldo dos Anjos (PSD).

Instalada no final de março, a CPI do Guincho já havia tido seus trabalhos prorrogados por 90 dias e esse novo prazo venceria em outubro. A proposta de Enivaldo pela prorrogação por mais um ano dos trabalhos foi aprovada à unanimidade pelo plenário da Assembleia.

Um dos deputados mais entusiasmados com a prorrogação foi Josias Da Vitória (PDT): “Sou favorável porque estou acompanhando os trabalhos da Comissão, principalmente de seu presidente, deputado Enivaldo dos Anjos, e da relatora, a deputada Janete de Sá, e percebo a grande compreensão da sociedade para o trabalho da CPI. Posso falar, por exemplo, de Colatina, cuja população será eternamente grata ao que a CPI fez e está fazendo pela cidade”.

O deputado Enivaldo dos Anjos salientou, entre as conquistas já alcançadas pelos trabalhos da CPI, a condenação de quatro oficiais denunciados pelo Ministério Público por recebimento de propina das empresas de guincho, a redução de 75% nas remoções de veículos em Vitória, com o fim das remoções nas áreas de estacionamento rotativo por não portarem o comprovante de pagamento, e a discussão por toda a sociedade do sistema de concessão pelo Detran, que já anunciou o encerramento dos atuais contratos, fazendo licitação para novas contratações.

“A sociedade capixaba passou a ver na CPI a sua salvação contra os abusos cometidos em nome de colocar ordem no trânsito. Já revelamos o escandaloso esquema dos pátios e temos recebido demandas de todo o Estado. Vamos aproveitar essa prorrogação e visitar todas as regiões para ouvir a população, como já fizemos em Colatina, com a audiência pública que lotou a Câmara Municipal”, disse Enivaldo.