Aliados de candidato a prefeito de Barra de São Francisco não respeitam a casa de Deus

4621

09Na noite desta terça feira, 06/09/2016, a Igreja Católica de Barra de São Francisco promoveu um encontro com os candidatos a prefeito às eleições desse ano para debater temas relevantes para o futuro do município.

A iniciativa da Igreja foi louvável, pois, a população precisa conhecer o pensamento daqueles que se propõe a administrar o município com competência, seriedade e honestidade pelos próximos quatro anos.

Infelizmente um grupo de partidários do atual prefeito da cidade não conseguiram entender a importância desse ato democrático e causaram tumulto no evento.

Os adeptos às candidaturas de Waldeles Cavalcante (PSD) e do candidato Alencar Marim (PT) se portaram de forma ética, respeitosa, enquanto alguns outros queriam tumultuar.

Chegou ao ponto do Padre da Igreja Católica de Barra de Sõ Francisco que conduzia o evento chamar a atenção e dizer que já tinha sido prevenido de que alguns iriam comparecer para causar tumulto.

Ficou claro que quem não sabe viver de forma democrática e em respeito ao pensamento dos outros não está preparado para ser um gestor público.

No decorrer das perguntas, o padre Valtinho era quem fazia as perguntas, que eram sorteadas e direcionadas também, via sorteio ao candidato, que respondia sobre a área correspondente a direção e o rumo a ser tomado o município.

Waldeles, disse que não pressionou ninguém a ir ao debate, mas o Luciano pressionou funcionários contratados para estarem presentes. A indireta de Waldeles doeu aos aliados do prefeito.

Luciano tentou justificar alguns problemas da sua administração e deixou escapar fraquezas, dele e do mandato, que mesmo em quatro anos, pouco conseguiu resolver dos problemas do município.

Com a vantagem de ter funcionários que dependem do salário da prefeitura do seu lado, Luciano foi quem mais levou torcida, em compensação, dos três, foi o mais perdido.

As perguntas foram leves para todos os candidatos, talvez por ter sido organizado pela igreja. Corrupção, perseguição de funcionários, esquemas de facilitação, esquemas de arrecadação de dinheiro, processos, bloqueio de bens, ficaram de fora.

Talvez isso nem seja realmente importante. O importante por aqui é quem sabe dar mais tapinha das costas, quem é capaz de empregar mais amigos, quem sabe montar o melhor esquema ou quem sabe prometer mais e melhor.