Projeto de deputado reduz ICMS para café conilon e barateia remédios populares

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“Há casos em que o imposto cobrado é 170% maior do que o valor pago pela mercadoria e isso é repassado ao consumidor final, que é, afinal, quem paga o tributo. O Governo Federal já reconhece que o imposto devido é sobre o valor efetivamente pago à indústria e não conforme a fiscalização do Espírito Santo vem cobrando.

Nos repasses relativos aos remédios gratuitos da Farmácia Popular, o Governo Federal desconsidera o PMC e opta pelo critério da margem de valor agregado, que é o justo”, disse Enivaldo. Segundo a Sociedade Brasileira de Hipertensão, a hipertensão arterial causa 300 mil mortes por ano no Brasil, sendo responsável por 40% dos infartos, 80% dos derrames e 25% dos casos de insuficiência renal terminal.

De acordo com dados do Ministério da Saúde, atualmente 30 milhões de pessoas sofrem de hipertensão no Brasil. “A doença é definida por uma alteração anormal da pressão, em um paciente em repouso. Que esteja calmo, em um ambiente sossegado, que não seja depois de um exercício.

A hipertensão é praticamente assintomática. Não dá dor de cabeça, tontura, mal-estar, vertigens, então a chamamos de assassina silenciosa”, explica Dr. Mário Jabur Filho, médico cardiologista do Austa. Estima-se que a hipertensão atinja 25% da população brasileira adulta, chegando a mais de 50% após os 60 anos, mas também está presente em 5% das crianças e adolescentes no Brasil.

A Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia aponta que a hipertensão, ou pressão alta, é quando a pressão arterial, após ser medida por diversas vezes, é igual ou superior a 14 por 9 (140 mmHg) por (90 mmHg).

Isso acontece porque os vasos por onde o sangue circula se contraem fazendo sua pressão se elevar. “Ela é considerada normal quando a pressão sistólica (máxima) não ultrapassa 130 mmHg e a diastólica (mínima) é inferior a 85 mmHg”, observa Dr. Mário Jabur Filho.

 

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