Produtores de Rochas Ornamentais buscam apoio de Enivaldo para impulsionar o setor no Estado

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Durante a manhã da última quinta-feira (19), o deputado Enivaldo dos Anjos recebeu em seu gabinete o diretor executivo da ANPO (Associação do Noroeste de Produtores de Rochas Ornamentais), Mario Imbroisi. Na ocasião foram tratadas propostas em torno do desenvolvimento e competitividade do setor de produção de rochas.

“Nosso setor tem mantido, mesmo com todas as adversidades, o nível de empregos e investimentos para não deixarmos de ser competitivos, principalmente no mercado internacional”, comentou o empresário após o encontro com o deputado da região, onde ficaram definidas pautas a serem levadas diretamente ao governo do Estado.

Entre os pontos levantados na reunião está a regionalização do processo de licenciamento ambiental para a exploração de rochas ornamentais, pleito que tornaria mais viável a atividade na região. Além disso, a criação de incentivos à indústria dentro do Estado para que o Espírito Santo se mantenha competitivo no mercado internacional.

“Vários Estados como a Bahia vêm despontando na hora de incentivar os empresários a investir no setor de rochas, que é um domínio do Espírito Santo há muitos anos”, concluiu Imbroisi que pretende entregar um documento com as demandas da Associação diretamente ao governador.

Enivaldo dos Anjos, que apoia as demandas apresentadas pelo setor, salientou a importância da mineração de rochas para a economia do Estado e falou também da atenção dada pelo governo capixaba ao noroeste. “A mineração é responsável por 120 mil empregos indiretos no Espírito Santo e boa parte da atividade está localizada nas cidades do noroeste. Por bem, temos um governador que é sensível à questão e que tem capacidade de avaliar quais pontos podem ser melhorados e mantidos”, avaliou o deputado.

Para incentivar a regionalização do processo de licenciamento, a apresentação de um projeto de lei está sendo estudada pelo deputado. A intenção é criar a possibilidade de atuação pelos fiscais do IEMA (Instituto Estadual de Meio Ambiente), responsável por conceder licenças ambientais, em um consórcio entre os 12 municípios produtores de rocha da região. “Isso traria uma agilidade e uma celeridade maior na análise desses licenciamentos. Além do que gera muita economia para o governo do Estado e para o órgão”, argumenta.

De acordo com a proposta, uma base do IEMA seria criada em Barra de São Francisco, onde técnicos atuariam e poderiam treinar novos profissionais com o intuito de dar celeridade ao processo de fiscalização e licenciamento de áreas de exploração. Atualmente, o setor é responsável por cerca de 11% do PIB registrado no Estado e, segundo empresários, poderia trazer mais riquezas ao Espírito Santo caso o processo burocrático fosse mais rápido.

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