Gaeco prende 14 e desarticula quadrilha especializada em combustível clandestino no Espírito Santo

120

Quatorze pessoas foram presas suspeitas de participação em uma organização criminosa atuante no setor de combustíveis. A Operação ‘Lídima’, deflagrada na manhã desta segunda-feira (3), tem como objetivo desarticular a quadrilha e colher provas das atividades ilícitas voltadas à fabricação clandestina, distribuição ilegal e comercialização de combustível adulterado, além de fraudes de ordem fiscal, o que tem ocasionado excessivos prejuízos aos cofres públicos, aos consumidores e à sociedade capixaba como um todo.

A operação consiste no cumprimento simultâneo de 17 mandados de prisão preventiva, 08 mandados de prisão temporária e 45 mandados de busca e apreensão no Espírito Santo e São Paulo, expedidos pela 5ª Vara Criminal de Serra/ES, e efetivação do bloqueio de bens e ativos produto dos crimes investigados.

No Espírito Santo, participam da operação quatro delegados capixabas, 05 promotores de Justiça do Gaeco, 84 policiais civis capixabas, 08 peritos oficiais criminais, 23 policiais militares da Assessoria Militar do MPES, 16 policiais militares com viaturas caracterizadas das unidades da PM (4º, 6º e 7º BPM e da 12ª Companhia Independente), 08 fiscais da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), 28 auditores da Sefaz-ES e 07 profissionais da Receita Federal, além de equipes da Polícia Civil do Estado de São Paulo que nesse momento se dedicam às buscas naquele Estado.

Além do Núcleo de Repressão às Organizações Criminosas e à Corrupção (Nuroc) e o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES), a operação contou com o apoio do Núcleo de Inteligência da Assessoria Militar do MPES (NI-AMMP), da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Polícias Civis do Espírito Santo e São Paulo, bem como da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz-ES) e Receita Federal do Brasil.

O prejuízo aos cofres públicos ainda está sendo levantado pela Secretaria da Fazenda, que iniciou diligências fiscalizatórias em todos os estabelecimentos envolvidos.

COMPARTILHAR